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Eu não parei de escrever. Eu estava construindo.

23 de fevereiro de 2026
7 min de leitura
saasarquitetura_de_softwarereacttecnologia

Faz mais ou menos duas semanas que o blog ficou em silêncio.

Nenhum insight novo. Nenhuma reflexão publicada. Nenhuma provocação técnica.

Não foi falta de assunto.
Foi foco.

Eu estava construindo algo que vinha maturando há meses: a STRATA.

O problema que me tirou do blog

Durante anos eu vi a mesma cena se repetir:

Freelancers, agências pequenas e profissionais digitais extremamente competentes… mas operando de forma improvisada.

Propostas feitas no Google Docs.
Versões espalhadas em pastas.
Follow-ups manuais.
Zero rastreabilidade.
Nenhuma métrica real de conversão.

O trabalho é bom.
A operação não acompanha.

E operação frágil limita crescimento.

Foi daí que nasceu a STRATA.

O que é a STRATA, de verdade?

A STRATA não é apenas um gerador de propostas.

Ela é uma plataforma operacional para quem vende serviços digitais.

Você cria propostas estruturadas, envia diretamente ao cliente, acompanha métricas em tempo real (visualizações, interações, aceitação) e centraliza o fluxo comercial.

Mas a ideia central não é “criar PDFs bonitos”.

É permitir que um freelancer opere com a organização de uma multinacional.

Processo.
Clareza.
Métrica.
Padronização.

Sem perder agilidade.

Construindo como engenheiro, não como lançador

Se você acompanha meus insights, sabe que eu não tomo decisões superficiais.

E isso ficou ainda mais evidente construindo a STRATA.

Não foi “vamos subir algo rápido e ver no que dá”.
Foi: vamos estruturar certo desde o início.

Não apenas para funcionar.
Mas para sustentar.

Stack principal

A base foi construída com:

  • Next.js 16 (App Router)

  • React 19

  • TypeScript

  • Tailwind CSS

  • shadcn/ui + Radix

  • Prisma ORM

  • PostgreSQL

  • Vercel

  • Git/GitHub

Mas stack, por si só, não diz muita coisa.

O que importa são os critérios por trás dela.

Engenharia orientada a previsibilidade

Desde o início, a prioridade foi reduzir ambiguidade e aumentar controle.

  • TypeScript em modo estrito

  • Zod para validação estrutural

  • @t3-oss/env para tipagem segura de variáveis de ambiente

  • server-only para impedir vazamento de lógica sensível

  • NextAuth + Prisma Adapter para autenticação robusta

  • Postgres como base relacional sólida

Menos improviso.
Mais contrato explícito.

Observabilidade e monitoramento desde o primeiro deploy

Eu não queria descobrir problemas via usuário.

Por isso:

  • Sentry para rastreamento de erros em tempo real

  • Uptime Robot com hooks que disparam falhas automaticamente

  • Alertas configurados para análise imediata

  • PostHog para análise comportamental precisa

Isso muda completamente a forma como você evolui o produto.

Você não reage.
Você antecipa.

Algumas decisões importantes

1. Server-first sempre que possível

Arquitetura priorizando Server Components e Server Actions.

  • menos JavaScript no cliente

  • menos superfície de ataque

  • menos inconsistência de estado

  • melhor performance

Segurança e previsibilidade caminham juntas.

2. Performance como premissa, não como ajuste final

  • Priority Hints

  • Lazy loading estratégico

  • Otimização de fontes

  • Controle consciente de animações

  • Code splitting real

Proposta comercial não pode travar.

Performance aqui não é luxo.
É credibilidade.

3. Segurança como arquitetura, não como plugin

Além de autenticação estruturada:

  • HSTS habilitado

  • Headers configurados

  • Validação server-side

  • Controle rígido de acesso por sessão

  • Prisma evitando queries improvisadas

Superfície mínima.
Previsibilidade máxima.

4. Operação antes de feature

Eu resisti à tentação de adicionar funcionalidades “interessantes”.

Priorizei:

  • fluxo claro

  • geração confiável

  • envio estável

  • acompanhamento real

Feature que não melhora operação ficou de fora.

Porque produto não cresce com brilho.
Cresce com estrutura.

O que construir um SaaS reforçou em mim

Desenvolver a STRATA não foi apenas sobre código.

Foi sobre:

  • priorização

  • trade-offs reais

  • decisões sob incerteza

  • simplificar quando a vontade era sofisticar

Foi um laboratório prático de tudo que venho escrevendo sobre decisão técnica.

Construir um produto próprio muda sua perspectiva.
Você sente o peso das escolhas.
Você entende o custo do retrabalho.
Você aprende a dizer “não” para você mesmo.

Por que estou compartilhando isso?

Porque eu não quero que meus insights sejam apenas teoria.

A STRATA é a materialização do que eu acredito sobre:

  • clareza

  • estrutura

  • decisão

  • responsabilidade técnica

Se você é freelancer, agência pequena ou profissional digital e sente que sua operação poderia ser mais organizada, talvez valha a pena testar.

Convite

Se você acompanha meus textos aqui, quero te convidar para testar a STRATA em primeira mão.

Acesse:
👉 https://www.getstrata.com.br

Explora. Cria uma proposta. Testa o fluxo.

E, se quiser, me manda feedback direto.

Porque construir é bom.
Mas evoluir com feedback real é melhor ainda.

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Publicado em 23 de fevereiro de 2026
7 minutos de leitura

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